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O balanced scorecard: pedra angular da gestão estratégica

Artigo do consultor Adriano Motta "O Balanced Scorecard como pedra angular da gestão estratégica)".
Artigo do consultor Adriano Motta “O Balanced Scorecard como pedra angular da gestão estratégica”.

 

Os professores Robert Kaplan e David Norton introduziram os primeiros conceitos sobre o balanced scorecard (BSC) na Harvard Business Review em janeiro de 1992 como uma ferramenta de gestão estratégica. O conceito final foi concretizado em 1996 com o lançamento do livro “O Balanced Scorecard: Traduzindo a estratégia em ação”. A partir de então o Balanced scorecard passou a ser a pedra angular da gestão estratégica para empresas e também escritórios de advocacia.

No surgimento dos primeiros conceitos do BSC questões, que continuam atuais para muitas organizações, eram apontadas pelo fracasso de 90% da execução das estratégias planejadas:

  • 95% das pessoas nas organizações não compreendem a estratégia.
  • 90% das organizações falham ao comunicar a estratégia aos seus colaboradores.
  • 85% dos executivos gastam menos de uma hora por mês discutindo a estratégia.
  • 70% das organizações não vinculam mecanismos de recompensas a estratégia.
  • 60% das organizações não alinham as ações, recursos e pressupostos com a estratégia.

Balanced scorecard como pedra angular da gestão estratégica

 

O BSC foi projetado para conectar a visão e a estratégia de uma organização com o seu dia a dia, atuando como um elo entre a estratégia e a execução, permitindo vincular a estratégia de longo prazo de uma organização com seus objetivos de curto prazo, com foco na execução, através de ações que proporcionam mudanças nas organizações, tornando mais relevante a implantação das estratégias frente ao planejamento, e centrada na máxima: “Não se pode gerenciar o que não se pode medir. Não se pode medir o que não se pode descrever”.

Para tanto, o BSC está ancorado em cinco princípios chave:

  • Mobilizar a mudança por meio da liderança executiva.
  • Traduzir a estratégia em termos operacionais.
  • Alinhar a organização com a estratégia.
  • Motivar para transformar a estratégia em tarefa de todos.
  • Gerenciar para converter a estratégia em processo contínuo.

O BSC foi idealizado para proporcionar às organizações a tradução da missão em objetivos estratégicos, distribuídos em quatro perspectivas interligadas: aprendizagem e crescimento, processos internos, cliente e financeira. Por sua vez, os objetivos estratégicos são associados a um conjunto de indicadores de desempenho. Para que uma organização seja financeiramente bem-sucedida, ela deve ser bem-sucedida no atendimento às necessidades dos clientes, seus processos internos necessitam de maior eficácia e eficiência e seus colaboradores devem ser ser apoiados para melhor servir aos clientes.

Através do foco estratégico e da orientação para a ação local, o BSC estimula melhorias nos processos internos, na busca por resultados, desenvolvendo capacidades no curto prazo para o crescimento da organização.

Por Adriano Motta, sócio diretor da ATI Jurídico e consultor em gestão e planejamento estratégico para empresas e escritórios de advocacia.

Para saber mais sobre o Balanced Scorecard na advocacia clique aqui e leia o artigo “Perspectivas do Balanced Scorecard para Sociedades de Advogados“.

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